domingo, 30 de octubre de 2011

Adios





Una casa en el cielo
un jardín en el mar
una alondra en tu pecho
un volver a empezar ...
Un día apacible envuelve tu último viaje y el  sol brilla en lo alto como  presagio de la paz que te espera allá en el infinito...
Con estos versos interpretados magistralmente por Cesária Évora y Pedro Guerra te digo adiós con la esperanza de que en esa casa y en ese jardín la felicidad  te acompañe para siempre.                

sábado, 29 de octubre de 2011

Mariza. Chuva


As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir
Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir
São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder
Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer
A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera
Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob chuva
há instantes morrera
A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade